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Ah...Doces
dias de primaveras intermináveis, Como
duas crianças a agir entre os caminhos apresentados, Nas
noites de amantes vivendo perigosamente Em
que à entrega não importava o lugar... Ah...Dias
aqueles em que nossas mãos entrelaçadas geravam
a força necessária para construção de
um mundo mágico em torno de nós... Ah,
tempo aquele a qual enfrentávamos as adversidades
juntos, Chegando
sempre ao final como vitoriosos, Tempo
que de nossos jantares fazíamos encontro de nossas
almas, em
meio as velas que apresentava sua luz como
pássaros amantes, buscando
entrelaçar nossos corpos de nossos dias momentos
de lembranças eterna... Ah
dias aqueles que contigo percorri universos
inexplicáveis sem
temor a nada, em busca sempre de momentos novos, de
inspiração as nossas almas, momentos
em que a história se fez... Como
uma sementinha jogada ao relento que
encontra o seio terra e germina tornando-se
árvore frondosa impossível de ser derrubada. Oferecendo
aos corações incrédulos sombra
necessária de aconchego e esperança... Ah,
dias aqueles... Em
que fizemos de nossos atos exemplos aos corações que
saltava de emoção a cada encontro novo... Magia
aquela que a cada pôr-do-sol oferecia
mais tempo para amarmos... Afinal,
agora em solidão... Lembro-me
que em algum lugar do passado te perdi, Ah,
se controlasse o tempo vestir-me-ia de lua
solitária, postava-me
frente a ti e em teu mundo... Para
poder de tua silhueta fazer
minha visão mágica da eternidade!... Paulo
Nunes Junior SP- Brasil
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