Cada um
por si...
Princips
O grito que vem
dos céus
Paulo Nunes Junior
O “Cada um
por si”...
Cobra
preço desagregado,
Agoniza o
homem de bem?...ou,
Agonia
para o bem do homem?...
O homem se faz
bicho
da fé toma
distância
se esvai os
valores morais,
agoniza o
amor
Sombria
não é a faceta da palavra
Escura é a
noite insone do que lavra
Lavrada
não são as notícias dos fatos
Trabalhada
é a vida-seca que foi regada
Trevas tomam os
corações
Noites são tomadas
pelo sangue
escreve-se com a
pena da violência
Faz-se da vida um
desencanto
E brada a
turba dum repente anunciado
E Chora a
sem filho e a do filho cercado
A massa,
tonta, roda ainda que espantada.
E, dos
sem-sois disse-se organizados...
Homens de luz se
recolhem
O choro da criança
à beira da tumba
O pai desce à
sepultura
A lágrima da dor
se faz presente
Exército
caótico vai-se dos dois lados
Conta o
bem e o turvo as artes do mal
E do mau o
alimento em terra insonsa
Cobra o
preço o esquisito da turba
Soldados das
trevas avançam
A demência
interior se faz presente
Agora será a luta
entre o bem e o mal
O amor se prepara
para última batalha
E a turba
assiste
O “Cada um
por si”...
E o grito dos
anjos ecoam dos céus
"Acordem enquanto
há tempo"!
Princips
15/05/06
Paulo Nunes Junior
18/05/2006