11- Tropiezo

Lic.Daysi Salazar Serrano
Atrancamiento entre las espinas que la vida me entrega,

Me lastimé con el dolor de los ones pequeños abandonado en las calles,

Me lastimé con la violencia que asustaba a los ones viejos,

Tropiezo con el hambre que viene el a los muchos,

Entre lápidas que coleccionan a las víctimas de deads de la violencia sin los límites,

Tropiezo con las reglas postizas; demagogos

Prometer los horizontes ligeros y ofrecerse siempre noches de la oscuridad....

Lic.Daysi Salazar Serrano
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12- No Equilíbrio dos Meus Passos
 

Já não mais contabilizo os tropeços,
nesta caminhada, pelas estradas da vida.
Somente os guerreiros, munidos da força e fé,
encontraram a luminosidade do seu destino.

No equilíbrio dos meus passos,
procuro a verdadeiro vértice do amanhecer.
minha alma protege o meu corpo dos males,
inseridos no leito, dos vales e colinas.

Minha serenata de sonhos continua de pé,
meus horizontes e ideais, me fortalecem.
minha bandeira jamais tropeçará,
em busca da liberdade.

Não posso morrer num equivoco e,
muito menos carregar as chagas do tempo.
minha experiência foi consagrada,
na universidade da vida.

Angelo Sansivieri

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13- TR0PEÇO ENTRE A
INCERTEZA E A FELICIDADE

Ato 1 - Incerteza

Contemplo o mar
lá, distante, vai um barco
flui a minha imaginação,
será esse o barco da ilusão?
Olho para céu uma nuvem passa...
não, não é ilusão, é a saudade!

 

ATO 1 - Alegria

Imagino-me no éter,
morada angelical,
a abortar felicidade,
é o amor sem saudade,
não é uma fantasia sonial,
é a minha verdade...

 

Parte 3 - Esperança

Volta, quero te receber
com meus olhos já sem saudade,
traz-me nas tuas carícias
uma nova realidade.
Pedirei para beijar o teu sorriso,
será a ressurreição da felicidade.

Tarcísio Ribeiro Costa
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14- “Tropeço”

Tropeço em tantos momentos vividos
Lembranças que seguem comigo na estrada
Tropeço nesta paixão que não dissimula
Mas é clara, límpida e escancarada.

Tropeço na saudade que me cerca, espreita.
Que ao meu encontro vem nua e se lança
Tira-me o sono, inunda-me os olhos.
E planta em mim, falsa esperança.

Tropeço na tua voz ritmada e rouca
Cujas palavras ecoam em meus ouvidos
Iluminando-me os olhos, tirando os sentidos.

Tropeço em tuas mãos que deixaram rastros
Marcando a pele com caricias, provocando.
E esse amor, louco, sem medida tatuando.

Glória Salles
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15- CRIANÇAS NO ABANDONO

Como teto o céu de estrelas;
Cama o gelado chão;
Cobertas com jornais velhos,
Que alguém jogou pelo chão.
Alimentos são os restos
De um lixo qualquer catados.

São corpos já tão sofridos,
Apesar da tenra idade.
Almas amortalhadas,
Por tantas dores passadas!
Por tantas lágrimas choradas...
Já nem mais se apercebem
Da condição desumana,
A que ali foram jogadas.

São crimes e omissões
De uma sociedade egoísta,
Do sistema capitalista,
Onde o que vale é o sifrão.
O humano não importa,
Muito menos a igualdade...

Importa mesmo é o ter!...
O enriquecer de poucos,
Onde a muitos falta o pão.
Deus, tenha misericórdia
Por tanta desolação!
Onde crianças crescem,
No desamor e abandono,
A morrerem sem socorro,
Quando não de inanição.

A quem cabe uma atitude,
Nesse jogo de valores!?
Cada qual olha de lado,
Para não ver os horrores...
Lava-se as mãos qual Pilatos!...
Seja a nossa consciência
O marco desta mudança;
Proporcionar aos pequeninos
Uma vida de esperança.

Carmen Cristal
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16- DORES DO MUNDO

As dores do mundo atordoam minh' alma,
fazem-me sentir a triste sensação da impotência humana...
Deixam-me inerte, sem rumo,
enquanto atacam os desfavorecidos,
aqueles que são esquecidos
pela sociedade dourada dos contos de fada...
Dores alucinantes que sente meu coração,
participante das dores do meu irmão...
Dores das plantas, das flores colhidas,
agora já murchas, desfalecidas...
Dores das pedras paradas,
daquelas que são atiradas,
que acertam os telhados de tanta ilusão...
Dores doídas de meu coração...
Dores daqueles que sofrem calados,
amordaçados pela maldição;
que enfrentam as vidas desperdiçadas,
varridas do mundo,
dentro da prisão...
Dores passadas, pisadas no tempo,
dores que açoitam, vindas do vento...
Dores que marcam os passos da gente,
que quer caminhar,
e se esbarram nas pontes,
caídas da chuva pela enxurrada,
que lava a calçada
das vidas vazias...
Dores sombrias que as bocas não mostram;
se pintam de rubro para desfarçar
o pranto dos olhos, pintados na noite,
virados prá dentro de seu próprio olhar...
Dores do Mundo, da vida, dos sonhos,
despetalados, sem deixarem vestígios...
Um dia, esta dor foi prece, foi vida, foi quente,
agora da gente
é pranto e mais nada...
Dores do povo, passado e presente...
Dores que sente a humanidade...
Todas em mim buscando morada,
vivendo em meus versos,
em meu quase nada...
São dores doídas, maldades do mundo;
é grande e profundo seu triste cantar...
Deixe meu pranto calado falar,
sofrido em seu canto, parado ficar...
Não cobre alegria de quem vê o mundo
com olhos de sonhos que foram esmagados...
Nos passos cansados não há esperança;
agora é adulto quem já foi criança,
quem nunca  brincou com uma boneca;
nem mesmo aportou de um sonho pateta...
Viveu por viver, sem nada esperar...
de um mundo pagão,
que não o quis abrigar!
Deixou que a criança ficasse tão só,
seus sonhos de vida, agora, são pó...

Mariza Mônica A. de Carvalho

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17- A QUEDA

Nos tropeços da vida,
A queda é inevitável,
O que não se pode deixar,
É de levantar.
Aprumar o corpo no eixo Divino,
Conectar a mente com a Mente Universal,
Seguir em frente,
Caminhar em direção ao futuro,
Em alto astral...
Não se deixar arriar,
Como uma bandeira
De um país que perdeu a guerra.
AVANTE...
Sou filha de Deus,
Herdeira do Universo!

Marilza Pereira Calsavara
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18- TROPEÇO 

Tropeço na minha vida, nas noites vazias,
 nos dias enormes, quase inacabados,
 intermináveis em meu coração.
A dor e saudade me acompanham,
uma eterna tristeza e solidão.

A jornada é árdua,
saio cambaleando em meio a tantas duvidas,
a tantas incertezas, a tantas perguntas mal respondidas,
formuladas e precisas mas silenciadas,
 esquecidas, abandonadas,
deixadas para trás como se não existissem.

E sigo, com a sensação de que algo me está faltando,
no coração a dor da solidão.
Meus olhos marejados, lágrimas tão sentidas e doidas,
 saídas de uma alma pura, que ainda acredita no ser humano,
no amor, nos dias de glória e na sua vitória
diante das dificuldades. 

Eliana Duarte
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19- TROPEÇOS

Como seres humanos, tropeçamos,
Tropeçamos porque imperfeitos somos.
A cada tropeço, vemos  pedras do chão
que nos ferem os joelhos e as mãos...

Graças às mãos e aos joelhos, nos levantamos.
Antes porém, nossos olhos divisam o horizonte azulado.
É o céu que nos convida a levantar e caminhar,
caminhar e não mais cair pelo tropeço.

Não maldizemos os tropeços jamais!
Nenhum tropeço nos derruba para trás.
Os tropeços sempre nos levam à frente.
De tropeço em tropeço,  à frente  sempre vamos

Lairton Trovão de Andrade
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20- Tropeço

Meu viver, amparado no meu saber
determinado em cultivar a grandeza...
Humilhei, escravizei e maltratei...
Como um Semi-Deus até subornei.
Contra os fracos avancei, suplantei
Contra os fortes, nenhuma cautela tomei.
Destrui as tradições e os costumes...
Zombei da reflexão, do amor, da perspicácia
Coloquei meu assento sobre a acácia,
Perfumei minha cama com poder.
Meu bastão sentenciava sem perceber,
Que tudo na vida tem um preço.
Eu de mim, faço da respectiva,
Conclusões da min'alma conflitiva
Entre o ódio e o amor
Pois, todo esse desamor e essa dor
Predestinou o meu tropeço.

Lewilson

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