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Fogo no Mar Calor Feudal. Dia insuportável,
Qualquer lugar, Cansa imaginável. Um
suco no Quiosque...Fugindo em
paragens, Sem lugar...Na beira ou na
aragem. Transeuntes passantes...Cansaço
esgotante, Pilhagem estonteante...Em roupas
insinuantes. Fecha o tempo...Abrem-se as cortinas...
Do
infinito
escorre...Ígneas serpentinas. Ah!...Que te clamei...Por ti
chamei... Vem agora sem
demora... venha como
outrora!... Ensurdecem-se os
pigmeus Amedrontam-se os
fariseus Escondem-se os
ateus... Rompe um sinal de
Deus!... Varre estes miasmas
declinantes!... esta febre de
seres ultrajantes... O
estado torpe de coisa servil, Lave as almas em puro
anil!... Em
torrentes desaba-te... Carregue das mãos de
Tempar Até que a terra sorva este
abrasar O
néctar de Trovão...Clamo-te!... O
mar de oceano e fonte ultrajada, Unem-se forças de vínculos
primitivos, Levanta-se ao
ar... Beija Trovão e
Tempar... num segundo físico-químico
instintivo... É
Fogo no Mar!!!... de
alma pura lavada... É
Fogo no Mar!!! Da
vida renovada... Princips 25/01/06 |